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Nome do artigo: Software Livre, Cultura Digital e Plataformas Colaborativas
Publicação: Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação – ECA/USP
Data: 29 de junho de 2017
Link para download do artigo: Software Livre, Cultura Digital e Plataformas Colaborativas
Resumo: A Era da Informação estabeleceu novos hábitos culturais concebendo a tecnologia digital como uma extensão da vida real. No entanto, os direitos e deveres da sociedade nessa esfera ainda são bastante obscuros. Será necessário percorrer um longo caminho até compreendermos profundamente como esse ambiente se estrutura sociologicamente e como a produção simbólica se manifesta na rede. No Brasil, o Marco Civil da Internet foi um sinal importante para assegurar direitos no uso da Internet pelos cidadãos, mas será necessário prolongar essa concepção jurídica para o mercado de software que, atualmente, concentra um nítido monopólio no interior de uma sociedade que não possui uma educação voltada para o digital. Ao analisar algumas iniciativas voltadas à colaboração em rede, observa-se a necessidade do fortalecimento de comunidades digitais, concedendo o poder à sociedade civil.

 

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Nome do artigo: Mapas Culturais
Publicação: Ártica Centro Cultural (Uruguai)
Data: 12 de setembro de 2016
Link para download do artigo: Mapas Culturais
Resumo: Mapas Culturais é um software livre para o mapeamento colaborativo e gestão da cultura. Ele contribui para a gestão pública ao oferecer dados para a produção de indicadores e informações para orientar a elaboração de políticas públicas. O sistema foi criado pelo Instituto TIM em 2013, a partir do conhecimento e experiências de uma rede formada por gestores públicos, agentes culturais e ativistas da cultura digital, e mantém essa premissa de alianças intersetoriais e construção coletiva em sua implementação. Esse processo contribuiu para um desenho preciso do projeto Mapas Culturais e, consequentemente, para uma rápida adesão das instituições públicas (Secretarias de Cultura e Ministério da Cultura) com as quais o Instituto TIM vem estabelecendo parcerias institucionais e da própria rede, que tem investido em instalações autônomas e outros desdobramentos. Em dois anos são 14 instalações lançadas, nas três instâncias federativas brasileiras (municipal, estadual e federal), sendo que a parceria com o Ministério da Cultura tem como objetivo a escalabilidade nacional. O presente artigo apresenta um retrospecto do projeto a partir de três eixos: 1. Setor público: Políticas públicas que fomentaram e orientaram a iniciativa; 2. Sociedade civil: Iniciativas de mapeamento colaborativo; e 3. Setor Privado: Investimento social.

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